iLiked # Almanaque Bertrand

Pode parecer mentira e pode mesmo haver quem possa pensar ser vergonhoso, mas até ontem eu não sabia lá muito bem o que era um almanaque… porque nunca tinha comprado nenhum. Por mero acaso fui à Livraria Bertrand e por ser um dia qualquer promocional e porque fiz umas compras ofereceram-me o Almanaque Bertrand 2014-2015 (custa 5€). O Almanaque Bertrand foi publicado de 1899 até 1969, entretanto interrompido, e desde 2011 que voltou a ser editado. À noite comecei a desfolhar o dito e… achei imensa piada. Basicamente, aqui é um compêndio de contos, poemas, passatempos, calendários, receitas literárias, prazeres, listas, crónicas, palavras cruzadas, jogos de lógica, horóscopos, lugares, citações, efemérides, curiosidades, ilustrações, entre outras páginas. Basicamente, é muito giro. Shame on me!

Almanaque da Bertrand 2

Coisas que gostei de visionar # Mulheres de Abril

Em Portugal há um “antes” e um “depois” do 25 de Abril de 1974. Para assinalar o aniversário dos 40 anos dessa data histórica, a RTP está a produzir “Mulheres de Abril”, uma mini-série de 5 episódios que começou ontem à noite (23h) na RTP1. Esta mini-série trata fundamentalmente da condição feminina e da evolução de costumes e mentalidades que afectaram a mulher desde as primeiras décadas do século XX até à actualidade. Toda a história se desenrola a partir do jantar de aniversário da Ana que faz 60 anos no dia 25 de Abril de 2014. Ana decide convidar para jantar as mulheres da sua vida. São elas, Isabel, a sua mãe, a sua filha Patrícia e a sua neta Sofia, a sua sobrinha Maria, a sua grande amiga de sempre, Luísa e finalmente Rosa, a antiga criada da família com quem Ana e Isabel mantêm uma relação muito próxima. Ao longo do jantar, todas elas vão contando histórias e recordações do passado e presente, de várias gerações de mulheres, começando por Ana que recorda o dia 25 de Abril de 1974, o dia em que fez 20 anos.

mulheres-de-abril

Em modo # Viver a Páscoa

“Na vida do cristão, depois do Baptismo,

há também outra «Galileia»,

uma «Galileia» mais existencial:

a experiência do encontro pessoal com Jesus Cristo,

que me chamou para O seguir e participar na sua missão.

Onde é a minha Galileia? Lembro-me dela? Ou esqueci-a?

Procura e a encontrarás! Ali o Senhor te espera.” *

 

JC ressuscitou

* Excerto da Homilia do Papa Francisco na Vígilia Pascal

A Lisboa que eu amo # Ice Gourmet na Gulbenkian

Quando estou em Coimbra não são raras as vezes que penso que se estivesse em Lisboa não me faltariam opções para tomar um café numa esplanada com um enquadramento fora de série… Hoje depois de almoço, e porque ando por Lisboa, pensei que estava um sol demasiado lindo para beber um café indoor. Depois de alguns flashes de memória recordei-me que há muito que queria experimentar a mais recente esplanada dos Jardins na Fundação Calouste Gulbenkian. E lá fomos. Foi no Verão passado que foi inaugurada a Ice Gourmet, uma nova esplanada e gelataria, com gelados da autoria do chefe Bertílio Gomes. O novo edifício acolhe também o Centro Interpretativo Gonçalo Ribeiro Telles, dedicado ao próprio jardim e ao conhecimentos dos seus aspetos menos visíveis. Concebido num estilo sóbrio e despojado, as paredes envidraçadas permitem fruir do verde mesmo a partir do interior. No exterior, estende-se a ampla esplanada que convida a usufruir mais intimamente deste magnífico espaço verde e de lazer. É fantástica esta sensação de descobrir novos espaços em contextos verdes, simplesmente fascinantes e convidativos a um regresso…

Ice Gourmt

Ice Gourmet 2

Jardins

Jardins 3

 

 

 

 

 

 

 

 

Opinião que gostei de ler # Não é nenhuma estupidez nem loucura esperar

E porque estamos em modo tríduo pascal…

“Não é nenhuma estupidez nem loucura esperar”: “O enigma que somos pode ter no Mistério para o qual abrem as religiões uma chave para uma esperança fundada”, acrescentava Caffarena. Não só não é ilegítimo como é até razoável esperar. Mas a esperança não é resignada, quieta, passiva. Ela é constitutivamente activa, praxística na transformação para a bondade do mundo. Para que se cumpra o que escreveu Santo Agostinho: “Vive de tal modo que, quando morreres, não morras.”

Anselmo Borges | 19.04.2014 © Diário de Notícias

Artigo completo aqui.