Arquivo para Abril, 2008

Maio é o mês do coração!

“Por si e por quem gosta de si, meça regularmente a tensão arterial” é o que diz a campanha de sensibilização que na próxima semana estará nas televisões, rádios, imprensa e painéis nos transportes de Lisboa. O grande objectivo da campanha é alertar a população acerca da importância de medir regularmente a tensão arterial e registá-la. A Fundação Portuguesa de Cardiologia visa também mentalizar de sobre medidas não farmacológicas para prevenir a hipertensão. A hipertensão arterial é um dos principais problemas de saúde pública em Portugal e o principal risco de doença cardiovascular. Cerca de 40 por cento dos portugueses adultos são hipertensos, a 50 por cento não foi diagnosticada a doença e apenas onze por cento dos doentes estão a ser acompanhados. 14 por cento das mortes no mundo ocorrem devido a problemas relacionados com a hipertensão, uma conclusão de um estudo da Organização Mundial de Saúde.

Nos últimos anos e cada vez mais, são inúmeras as campanhas de sensibilização, em especial, as que dizem respeito à prevenção de doenças. Esta iniciativa é mais uma… importante! Não deixa de ser, realmente, penoso pensar o quão nós podemos fazer por ter uma vida bela, saudável!, e não fazemos… pelas razões mais egoístas. Comer bem é tão bom… os vegatais são uma chatice… não tenho tempo para fazer desporto… para quê tanto sacrifício se nós vamos morrer na mesma… Estas são alguns dos comentários que se ouvem ao virar de qualquer esquina, certo? Mas quem é que nunca ouviu alguém dizer, num estado de doença: se eu soubesse o que sei hoje, certamente teria tentado deixar de fumar!?!? A vida não tem que ser chata; pode mesmo ser bem colorida. É só vê-le com o coração… disponível à beleza da vida.

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Primeira jornalista, mulher, no Vaticano

O jornal do Vaticano L’Osservatore Romano vai contar, a partir de 2 de Maio e pela primeira vez na sua história, com uma mulher na sua redacção, noticiou hoje o diário italiano Corriere della Sera. A jornalista é Silvia Guidi, de 36 anos, até agora sub-directora da área de Internacional do jornal de centro-direita Libero, e que já colaborou com vários artigos para o diário do Vaticano.

Antes de escrever esta entrada pensei: “isto não é importante”, isto não é uma notícia”. Mas depois “repensei”: numa sociedade contemporânea que acusa sistematicamente a Igreja Católica de ser retrógrada, esta mudança é uma boa notícia! Não acham?

Susana Faria

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Yoga e Deus (1)

«…muitos são convidados, mas poucos escolhidos.» (Mateus, 22:14)

A hora é chegada. Se você quiser, pode ficar onde está e como está, a perder tempo.
Se você quiser, pode continuar inconsciente e sem rumo, sem rota, sem objetivo, perdendo tempo e perdendo-se. O homem desperto, graças a longas experiências decisivas, já elegeu o seu rumo, e está irreversivelmente a caminho. A viagem redentora é na direção de dentro, dentro de nós. Ali se encontra o Senhor, o próprio Brahman, o Ser Absoluto. Yoga é o rompimento de grilhões, de condicionamentos e dependência. É libertação. Yoga é vitória sobre as trevas. É iluminação.
Yoga é reencontro com o Ser-Verdade. É divinização. Yoga é esforço, luta e vitória.
É o partir, o caminhar e o chegar. Há modos diferentes para se vencer as distâncias na estrada para Deus.
Se o que mais nos afasta de Deus e nos vincula ao mundo é o nosso imperfeito amar, a nossa incapacidade para o verdadeiro amor, nosso caminhar tem de ser não contra o mundo, mas a favor de Deus. Será a universalização e divinização de nosso amor que poderá cortar as amarras de servidão e dar-nos, na unificação com o Deus que amamos, a libertação salvadora. A isso se chama Bhakti Yoga.
Se o que nos tem frustrado a sede de felicidade e nos tem amargurado e retido é nosso agir egoístico e alienante, nosso caminhar consistirá em divinizar nossa atuação no mundo de Deus, e, assim, unir-nos ao Deus do mundo. A isso se chama Karma Yoga.
Se o que nos empobrece, e nos amesquinha, é a ilusão de sermos anti-Deus, padecendo uma distância frustradora e imensa, nosso caminhar precisa ser no rumo da sabedoria, buscando a “Verdade que liberta”. A isso se chama Jñána Yoga.

in Yoga – Um caminho para Deus, Prof. José Hermógenes

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Carta a Diogneto (Século II)

Carta a Diogneto (Século II)

 

Os cristãos não se distinguem dos demais homens, nem pela terra, nem pela língua, nem pelos costumes. Nem, em parte alguma, habitam cidades peculiares, nem usam alguma língua distinta, nem vivem uma vida de natureza singular. Nem uma doutrina desta natureza deve a sua descoberta à invenção ou conjectura de homens de espírito irrequieto, nem defendem, como alguns, uma doutrina humana. Habitando cidades Gregas e Bárbaras, conforme coube em sorte a cada um, e seguindo os usos e costumes das regiões, no vestuário, no regime alimentar e no resto da vida, revelam unanimemente uma maravilhosa e paradoxal constituição no seu regime de vida político-social. Habitam pátrias próprias, mas como peregrinos: participam de tudo, como cidadãos, e tudo sofrem como estrangeiros. Toda a terra estrangeira é para eles uma pátria e toda a pátria uma terra estrangeira. Casam como todos e geram filhos, mas não abandonam à violência os recém-nascidos. Servem-se da mesma mesa, mas não do mesmo leito. Encontram-se na carne, mas não vivem segundo a carne. Moram na terra e são regidos pelo céu. Obedecem às leis estabelecidas e superam as leis com as próprias vidas. Amam todos e por todos são perseguidos. Não são reconhecidos, mas são condenados à morte; são condenados à morte e ganham a vida. São pobres, mas enriquecem muita gente; de tudo carecem, mas em tudo abundam. São desonrados, e nas desonras são glorificados; injuriados, são também justificados. Insultados, bendizem; ultrajados, prestam as devidas honras. Fazendo o bem, são punidos como maus; fustigados, alegram-se, como se recebessem a vida. São hostilizados pelos Judeus como estrangeiros; são perseguidos pelos Gregos, e os que os odeiam não sabem dizer a causa do ódio. Numa palavra, o que a alma é no corpo, isso são os cristãos no mundo. A alma está em todos os membros do corpo e os cristãos em todas as cidades do mundo. A alma habita no corpo, não é, contudo, do corpo; também os cristãos, se habitam no mundo, não são do mundo. A alma invisível vela no corpo visível; Também os cristãos sabe-se que estão neste mundo, mas a sua religião permanece invisível. A carne odeia a alma, e, apesar de não a ter ofendido em nada, faz-lhe guerra, só porque se lhe opõe a que se entregue aos prazeres; da mesma forma, o mundo odeia os cristãos que não lhe fazem nenhum mal, porque se opõem aos seus prazeres. A alma ama a carne, que a odeia, e os seus membros; Também os cristãos amam os que os odeiam. A alma está encerrada no corpo, é todavia ela que sustém o corpo; Também os cristãos se encontram retidos no mundo como em cárcere, mas são eles que sustêm o mundo. A alma imortal habita numa tenda mortal; Também os cristãos habitam em tendas mortais, esperando a incorrupção nos céus. Provada pela fome e pela sede, a alma vai-se melhorando; também os cristãos, fustigados dia-a-dia, mais se vão multiplicando. Deus pô-los numa tal situação, que lhes não é permitido evadir-se.

Esta Carta foi-me enviada, hoje, pelo Fr. Filipe da Igreja de São Domingos. Passo a citar: “Para reflectir: Caros amigos, esta manhã, durante a nossa oração, escutámos uma leitura do século II (Carta  a Digneto), sobre os cristãos no mundo. É um texto com 1900 anos mas creio que é um bom texto de reflexão e até de resposta a tantos cristãos que se perguntam como viver os valores do Evangelho no nosso mundo.”

Susana Faria

 

 

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Dia da Terra – Curiosidades

Assinala-se hoje em todo o mundo o Dia Mundial da Terra. Criado a 22 de Abril de 1970, o seu objectivo ao longos dos últimos 28 anos tem sido o de lançar a discussão sobre os ataques ao meio ambiente. O criador do Dia Mundial da Terra foi o senador norte-americano Gaylord Nelson, que convocou o primeiro protesto nacional contra a poluição. Essa acção levou à criação da Agência de Protecção Ambiental dos Estados-Unidos. A partir de 1990, outros países passaram a celebrar a data, dando um novo fôlego à preocupação global relativamente às questões ambientais.

CURIOSIDADES SOBRE O PLANETA TERRA  

- A Terra tem aproximadamente 4,5 biliões de anos
- A Terra tem 510,3 milhões de quilómetros quadrados
- Cerca de 97% do planeta é composto por água
- A quantidade de água salgada é 30 vezes maior do que a água doce
- A atmosfera terrestre vai até cerca de 1000 quilómetros de altura, sendo composta por 77% de nitrogénio, 21% de oxigénio, com traços de árgon, dióxido de carbono e água
- A Terra já passou pelo menos por três grandes períodos glaciais
- A Terra gira em torno do sol a 107 mil quilómetros por hora
- A Terra é o terceiro planeta a contar do Sol e o quinto maior
- O ponto mais alto da Terra é o monte Evereste, com 8848 metros acima do nível do mar
- Actualmente a população humana da Terra ronda os 6 biliões de pessoas
- A expectativa média de vida dos humanos é 65 anos
- Mais de um bilião de pessoas vive com menos de 1 euro por dia
- 125 milhões de crianças não têm acesso à educação básica
- Há 43 milhões de pessoas infectadas pelo HIV
- 1 em cada 6 pessoas não tem acesso a água potável
- 23,5% dos adultos dos países em desenvolvimento (81% da população mundial) são analfabetos
- 12500 espécies de fauna e flora estão em vias de extinção

in www.aeiou.expresso.pt, 22/04/2008

Susana Faria

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A vida é bela… quando se come bem…

O restaurante El Bulli, propriedade do famoso cozinheiro espanhol Ferran Adrià, foi eleito segunda-feira, pelo terceiro ano consecutivo, o melhor restaurante do mundo, numa gala organizada pela revista gastronómica britânica RestaurantSituado na localidade de Roses, na Costa Brava, em Barcelona, El Bulli (O Efervescente, em tradução livre) conseguiu, assim, manter a primeira posição na lista dos 50 melhores restaurantes do mundo elaborada pela prestigiada publicação. Ferran Adrià, de 45 anos, é conhecido por ser o «alquimista da cozinha» devido à criatividade com que confecciona os pratos, experimentando novas tecnologias e inesperadas texturas e sabores. O El Bulli fica aberto apenas de Abril a Setembro, já que Adrià passa os restantes meses a aperfeiçoar receitas no seu laboratório-oficina, El Taller, em Barcelona. Para a segunda e terceira posições, a revista Restaurant elegeu, respectivamente, o restaurante britânico The Fat Duck (O Pato Gordo) e o francês Pierre Gagnaire. Para poder saborear à distância o sucesso deste restaurante visite www.elbulli.com/.

Susana Faria

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Vamos poupar electricidade!

Onde quer que estejamos, podemos e devemos adoptar comportamentos eficientes.
Seguem-se algumas dicas do que pode fazer para consumir energia de uma forma eficiente, contribuindo para preservar o meio ambiente.

1. Evite ter as luzes ou equipamentos ligados quando não for necessário.
2. Substitua as lâmpadas incandescentes por lâmpadas economizadoras e obtenha a mesma luz por menos 80% de energia.
3. Aproveite toda a energia natural que puder. Evite perdas de calor e infiltrações, através do isolamento eficaz de portas, janelas, paredes, tecto e pavimento, reduzindo a utilização de sistemas de climatização.
4. No Inverno, aproveite a radiação solar para aquecer a casa. No Verão, evite a entrada de raios solares directos.
5. Reduzir a intensidade do ar condicinado em um grau Celsius representa 10% de poupança energética.
6. Compre equipamentos que apresentem a melhor eficiência energética (classe A).
7. Não deixe os equipamentos em stand by: desligue-os no botão para não gastar energia desnecessariamente.
8. Evite abrir desnecessariamente a porta do frigorífico e seja o mais rápido possível: não consuma electricidade que não precisa.
9. Utilize as máquinas de lavar roupa e loiça sempre com a carga completa: poupe água, energia e tempo.
10. Utilize, sempre que possível, programas de baixa temperatura nas máquinas de lavar roupa e loiça.
11. Dê preferência a recipientes de cerâmica ou vidro quando cozinhar no forno, porque permitem baixar a temperatura necessária ao cozinhado em cerca de 25ºC.
12. Utilize o microondas para aquecer e cozinhar pequenas quantidades de comida. Quanto maior for a quantidade de comida aquecida mais energia será gasta.
13. Opte por computadores portáteis porque são energeticamente mais eficientes podendo reduzir o consumo de energia até 90%.
14. Utilize pilhas recarregáveis, têm um período de vida mais longo.
15. Não mantenha o carregador na tomada depois do aparelho estar carregado.

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Vamos poupar água!

Torneiras a pingar, água a correr enquanto tomamos duche, lavamos os dentes ou as mãos. A todo o instante desperdiçamos “o petróleo do século XXI”, apesar da sua importância. Há, no entanto, gestos que podem ajudar a diminuir os excessos de consumo.

Casa de banho – Num banho de imersão gasta-se cerca de 200 litros de água. No duche, se demorar apenas cinco minutos, gasta-se 20 litros. Não deixe a água correr enquanto se ensaboa.
Enquanto escova os dentes ou se barbeia, feche a torneira. Poupará entre 10 a 20 litros de água.
Em cada descarga do autoclismo gasta-se 10 a 15 litros de água. Utilize-o apenas quando for necessário.

Na cozinha – Antes de lavar os pratos, tachos, panelas ou frigideiras, limpe-os. Se necessário, deixe “de molho” os tachos e panelas. Não lave a loiça em água corrente. Utilize a bacia do lava-loiça ou um alguidar. Use a mínima quantidade de detergente necessário para uma lavagem eficaz. Poupará água e detergente.

Lavagem de roupa – Uma máquina de lavar consome entre 60 a 90 litros de água por lavagem. Use-a apensas com carga máxima.

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Da Palavras aos Actos

É um verdadeiro companheiro de viagem. Um guia vivo sem o mais pequeno estrago do tempo. Com voz clara, desenho perfeito do caminho a percorrer. À distância certa da origem e da parusia, do grande encontro, do reencontro da humanidade com Deus no seu projecto, do eterno regresso à casa, ou melhor, aos braços do Pai. Uma estrada de Emaús com pão repartido antes de chegar à mesa. É o Livro dos Actos. As primeiras comunidades cristãs são o modelo certo e o estímulo preciso para todos os tempos e mudanças. Mesmo com outra contagem do tempo ou enquadramento religioso e cultural. Tudo o que lá se encontra revela uma experiência, uma doutrina feita vida, a prática comunitária do projecto de Jesus. (…) Os Actos são o exemplo acabado do essencial que desafia todos os acessórios. São um tratado de Igreja viva situada no mundo real e alimentada pela projecção do Espírito para além dos tempos. Constituem a experiência da grande novidade do Evangelho em impacto frontal com as culturas, religiões, crenças, éticas, raças, estilos, filosofias de vida. Os Actos acabam por constituir a mais forte das doutrinas e o mais encarnado dos credos. Na oração, na palavra, na partilha do pão e dos bens, na reconciliação e no projecto da vida comunitária a partir da Ressurreição. (…) Que tem tudo isto a ver com o nosso tempo cheio de contas, cálculos, tecnologias, competitividade, pressas do imediato, eficácia como critério e direito de sobrevivência à mistura com o profundo desejo de infinito e o deslumbramento pela figura de Jesus? Os Actos remetem-nos para uma nova lógica do homem e de Deus. Com a bandeira da ressurreição e o impulso de quem descobriu a Boa Nova espanta o mundo inteiro, escandaliza os poderosos, surpreende os indiferentes, arrasta os apaixonados, alenta os fracos. Livro de bolso de qualquer cristão, vai oferecendo o rosto de Jesus sem a mais leve ruga de propaganda ou proselitismo. Revelando o ângulo de claridade que está para além de todas as palavras.

por Pe. António Rego in www.agencia.ecclesia.pt

O tempo escasseia na minha vida. Cada dia que passa apercebo-me do quão precioso é o “tempo” que Deus nos deu. Mas, infelizmente, neste tempo em que vivemos (ou será, corremos?) resta muito pouco para nos dedicarmos ao que realmente importa, ao que, de facto, nos aquece o coração e enriquece a alma. É a vida… casa, trabalho, família, lazer, obrigações… Ao ler este editorial do Padre António Regio sobre o Livro dos Actos dos Apóstolos, que enriquece o Tempo de Páscoa, realizei com mais honestidade o quão desatenta tenho andado aos ecos da Palavra do Senhor… Parei e perguntei “O que tens feito com o teu tempo?”. Não gostei das respostas.

Susana Faria

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A minha visão do yoga

“Yoga é exactamente a viagem dos que, intoxicados de divertimento, acordados pelas abençoadas pancadas das vicissitudes, saudosos da ¨casa do Pai¨, já decisivamente convertidos, se tornaram aspirantes ao Eterno.
Yoga é o caminho e o caminhar que conduzem a Deus.
Yoguin é aquele que, tendo despertado visto a impermanência e a falência dos valores mundanos, seja cristã, hinduísta, budista, judeu, maometano…, está a caminho, pagando o preço dos desafios, das fadigas, das quedas, de todos os sacrifícios, mas sempre avançando sempre querendo chegar.”

(José Hermógenes de Andrade Filho, 86 anos, filósofo, entre muitas outras coisas)

in www.profhermogenes.com.br

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